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31 de maio de 2013

ARTE E RELIGIÃO EM PINTURAS DA VISITAÇÃO DA VIRGEM MARIA A SUA PRIMA ISABEL









ARTE E RELIGIÃO


PINTURAS DA VISITAÇÃO
DE MARIA À ISABEL




Dia da Visitação
31 de Maio






Música: "Magnificat - 02 - Et Exsultavit" (E se Alegrou) - ANTONIO VIVALDI
Compositor italiano barroco (1678-1741)






Magnificat - Cântico de Maria


A Virgem Maria em Visita à sua Prima Isabel (Elizabeth)

Entendendo esta passagem da história cristã:

Existem inúmeras pinturas de Maria em várias passagens da sua vida.
Uma das representações em pinturas por diversos artistas, foi a da ocasião da visita de Maria a sua prima Isabel (ou Elizabeth), nomeada como "A Visitação". Isto ocorreu logo depois da jovem Virgem Maria ter recebido a notícia da sua gravidez através da "Anunciação" do Anjo Gabriel.
Ao receber Maria e sabendo que estava grávida, Isabel, já idosa e também grávida, exclama:
"Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre".
E Maria lhe responde: "A minha alma engrandece ao Senhor".

"Esta passagem foi citada no livro do Evangelho de São Lucas e é conhecida em latim como "Magnificat", ou "amplia"..."Minha alma amplia (engrandece)". Também é conhecido como o cântico de Maria, cujo texto é escrito também a partir do evangelho de S. Lucas."

Abaixo alguns exemplos de pinturas e músicas de diversos artistas representando o
 "Magnificat de Maria:



Ficheiro:Borgia Apartment 012.jpg
Pinturicchio
Pintor italiano (1454–1513)

Rembrandt
Pintor barroco holandês (1606-1669)

"Magnificat anima mea Dominum" - "Minha Alma Engrandece ao Senhor"



Giotto
Pintor pré-renascentista italiano (1267-1337)


Fra Angelico
Pintor renascentista italiano (1387-1455)



Mariotto Albertinelli
Pintor da alta renascença italiana (1474-1515)












Música: "Magnificat - n. 8 - Sicut Locutus Est" (Enquanto ele Falava) - ANTONIO VIVALDI
Compositor italiano barroco (1678-1741)







Domenico Guirlandaio
Pintor renascentista italiano (1449-1494)



El Greco
Pintor maneirista grego (1541-`1614)



Luca Giordano
Pintor italiano (1634-1705)

Rogier van der Weyden
Pintor gótico flamengo (c.1400-1464)



Pintura Explicada: "A pintura acima, retrata o encontro de duas santas, da Virgem Maria e da Santa Elizabeth (Isabel). Com uma poética intimidade, Elizabeth reconhece Maria como a mãe de Deus e beija sua mão. A paisagem idílica, que está em harmonia com as figuras femininas, aumenta ainda mais o clima poético da imagem. A representação iconográfica da 'Visitação', em que as duas santas se encontram ao ar livre, ao invés da casa de Elizabeth, se tornou popular na pintura em livros de iluminuras de artistas holandeses.
As flores de íris e peônia, em primeiro plano, são os símbolos de Maria. No entanto, enquanto na pinturas de Rogier van der Weyden (ver pintura mais acima), por exemplo, estas flores estão modestamente escondidas na grama pintadas meticulosamente."
Fonte: Web Gallery of Art:  http://www.wga.hu/frames-e.html?/html/m/master/ms/1visita.html


Jacopo Pontormo
Pintor maneirista italiano (1494-1597)

Maurice Denis
Pintor francês (1870-1943)



"' A Visitação' é a visita de Maria a sua prima Isabel (ou Elisabeth) como relatada no Evangelho de Lucas (Lucas 1:39-56). É também o termo utilizado para se referir à festa que celebra esta visita, comemorada no dia 31 de maio no cristianismo ocidental e em 30 de março no oriental.
Logo após a Anunciação, Maria parte imediatamente para Hebron, ao sul de Jerusalém, para visitar sua prima Isabel e o marido dela, Zacarias. Os católicos creem que o objetivo desta visita foi levar a graça divina para Isabel e para o seu filho ainda não nascido, João Batista. Creem ainda que o fato de João ter "chutado" quando Maria cumprimentou sua prima é sinal de que ele reconheceu a presença de Jesus e, neste instante, foi purificado do pecado original e preenchido com a graça divina. O diálogo travado entre as duas, como preservado no texto de Lucas se tornou parte da oração da Ave Maria - quando Isabel diz «Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre» (Lucas 1:42) - e do cântico chamado Magnificat - na resposta de Maria em «A minha alma engrandece ao Senhor» (Lucas 1:42) (em latim: Magnificat anima mea Dominum) -, reservado para esta festa.
Nas igrejas de rito latino da Igreja Católica, a Visitação é o segundo Mistério Gozoso do Santo Rosário."



Música: "Magnificat -RV 611 Parte 2/2" - Vivaldi
Compositor barroco italiano (1678-1741)











"Magnificat" - Um Hino Mariano

"Hinos marianos são canções cristãs voltadas para a Virgem Maria . 
Eles são usados ​​em ambos serviços devocionais e litúrgicos, especialmente pelas Igrejas Católica Romana, Ortodoxa, Anglicana e Luterana. Eles são freqüentemente usados ​​no mês de Maio, das devoções marianas. Alguns também têm sido adotadas como hinos de Natal. Hinos marianos não são populares entre os protestantes, como muitos protestantes não tem veneração mariana como idolatria. No entanto, a prática é muito comum entre os cristãos de tradições católicas, e um componente-chave da liturgia ortodoxa oriental. Há muitos hinos à Maria, mais usados dentro do ciclo anual da liturgia Ortodoxa Oriental do que na liturgia católica romana".
Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Marian_hymn








30 de maio de 2013

ARTE E RELIGIÃO EM PINTURAS DA PROCISSÃO DE CORPUS CHRISTI - FOTOGRAFIAS DOS TAPETES DE RUA









ARTE E RELIGIÃO


PINTURAS E FOTOGRAFIAS DA PROCISSÃO DE CORPUS CHRISTI




Dia de Corpus Christi
Dia 30 de Maio (2013)








Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo

A Eucaristia:

Comunhão em Ação de Graças e Reconhecimento.




Música: "Grande Missa - Kyrie" - Mozart











Corpus Christi: A celebração da Igreja Católica, para lembrar da morte
e ressurreição de Jesus Cristo.

"Tomai todos e comei: Isto é o meu Corpo que será entregue por vós."

Itália


"Procissão de Corpus Christi na Espanha"


"Procissão de Corpus Christi" - Carl Emil Doepler
Pintor e ilustrador alemão (1824-1905)


"Manhã do Dia de Corpus Christi" - Ferdinand Georg Fraudmuller
Pintor austríaco (1793-1865)


Adolf Menzel
Pintor e ilustrador alemão (1815-1905)
"Corpus Christi em Paris" (Fête-Dieu) - Theodore Turpin de Crissé
Pintor francês (1782-1859)
"Corpus Christi" - Theodore Turpin de Crissé
Pintor francês (1782-1959)


"Corpus Christi na Praça São Pedro em Roma"


Música: "Missa - abertura" - Handel







O Dia de 'Corpus Christi'


O nome 'Corpus Christi' vem do latim e significa 'Corpo de Cristo'.
A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia:
o Sacramento do Corpo , do Sangue, da alma e divindade de Jesus Cristo.

"Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.
Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós."


Origem da Celebração

"A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.
Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes."


"Procissão em Ouro Preto" - Elias Lyon
Pinto brasileiro contemporâneo


Antonio Gomide
Pintor e professor brasileiro (1895-1967)



No Brasil

"No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.

A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo."




Canto Gregoriano

Música: "Adoro com Afeto" (Adoro te Devote) Hino Católico
Compositor: Santo Thomas de Aquino (Doutor da Igreja)
 Padre e filósofo italiano (1225-1274)








Fotografias dos Tradicionais Tapetes de Rua
Procissão de Corpus Christi


Brasil


Paraty - Brasil

Ouro Preto - Brasil

Ouro Preto - Brasil
Brasil


Espanha

5207266866 b2f6f3ddbe b Infiorata – the Italian flower festival in Genzano [35 Pics]
Itália

Espanha

Bélgica

Bélgica


Tenerife

Brasil

Brasil

Brasil




Tapetes de Procissão

Os tapetes de rua são uma tradição e manifestação artística popular realizada por fiéis da Igreja Católica, confeccionados para a passagem da procissão de Corpus Christi.
A tradição da confecção do tapete surgiu em Portugal e veio para o Brasil com os colonizadores.
Os desenhos utilizados são variados, mas enfocam principalmente o tema Eucaristia.
Para confeccionar os tapetes são utilizados diversos tipos de materiais, tais como serragem colorida, borra de café, farinha, areia, flores e outros acessórios.

"A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274.
Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças."



29 de maio de 2013

ARTE EM PINTURAS COM INTERIORES DECORADOS - MATISSE E O MOVIMENTO FAUVISTA







ARTE EM DECORAÇÃO



ARTE EM PINTURAS DE AMBIENTES INTERIORES DECORADOS




Dia do Decorador
30 de Maio


LAR DOCE LAR


Ambientes decorados são mais bonitos

quando possuem vasos com plantas e flores,
e ao menos um quadro na parede.







Van Gogh - Decorador?

Uma pintura de ambiente interior bem conhecida na história da arte é do quarto do artista Vincent van Gogh, "decorado"
por ele mesmo. Ele pintou este quadro quando morou em Arles, no interior da França.


Van Gogh fez três versões da pintura de seu quarto:
Primeira versão: "Bedroom em Arles" - Vincent van Gogh
Pintor pós impressionista francês (1853-1890)

Segunda versão: "Quarto em Arles" - Vincent van Gogh

Terceira versão: "Quarto em Arles" - Vincent van Gogh


Van Gogh fez um desenho em rascunho de seu quarto e o enviou ao seu irmão Theo:
File:Vincent van Gogh - Vincent's Bedroom in Arles - Letter Sketch October 1888.jpg

Outro desenho de Van Gogh enviado por carta a seu amigo Gauguin:






Música: "Wave" - Tom Jobim - Grupo "Piano de Bossa"
Piano Instrumental
Compositor e pianista brasileiro (1927-1994)
(Clique na seta para ouvir)










Um Artista e Suas Pinturas Decorativas

Matisse e o Movimento Fauvista


O pintor francês Henri Matisse pintou vários quadros com ambientes interiores.
Geralmente são salas bem coloridas que possuem algumas cadeiras ou poltronas, mesa com vasos de flores e sempre há uma janela na parede do fundo.

Pintura Explicada: Observe a pintura abaixo, "A Sala Vermelha", onde há um dominante e vibrante papel de parede vermelho decorado, que está integrado à toalha da mesa com o mesmo motivo, também vermelha. São separados apenas pela figura feminina que foi colocada de tal forma dando uma certa profundidade à pintura, diminuindo um pouco a sua superfície plana. O padrão do papel de parede e da toalha do interior, juntamente com o motivo exterior dão um movimento à pintura.  Ao mesmo tempo, unem o ambiente interior, aquecido pelo vermelho, ao  exterior "frio" do verde do jardim, visto através da janela.
Esta pintura é considerada uma obra prima de Matisse.

"A Sala Vermelha" - "A Sobremesa - Harmonia em Vermelho" - Henri Matisse
Pintor fauvista francês (1869-1954)



Matisse
Matisse
Matisse




Música: "La Belle Vie" ( A Boa Vida - The Good Life) - Sacha Distel
Piano instrumental
Compositor francês (1933-2004)












O Fauvismo

O Período Artístico das Pinturas Coloridas

Alguns artistas foram chamados de "fauves", "feras", durante uma exposição do Salão de Outono, de 1905, em Paris. Feras porque usaram as cores como "explosões" de cores, como se as tintas fossem tiradas das bisnagas diretamente para as telas.
O Fauvismo marcou o período da História da Arte com característica da máxima expressão pictórica com a utilização das cores puras, intensas, e com a simplificação das formas.


 "O fauvismo é uma corrente artística do início do século XX aliada à pintura, tendo como uma das características a máxima expressão pictórica, onde as cores são utilizadas com intensidade, além de outras, como a simplificação das formas, o estudo das cores. Os seus temas eram leves, e não tinham intenção crítica, revelando apenas emoções e alegria de viver.
As cores eram utilizadas puras, para delimitar planos, criar a perspectiva e modelar o volume. O nome da corrente deve-se a Louis Vauxcelles. Esse chamou alguns artistas de “Les Fauves” (que significa “feras” em português) em uma exposição em 1905, pois havia ali a estátua convencional de um menino rodeada de pinturas nesse novo estilo.

 Os princípios desse movimento foram:
"Criar, em arte, não possui relação com o intelecto ou sentimentos;
Criar é considerar os impulsos do instinto e das sensações primárias;
Exaltação da cor pura.
 Participaram do movimento fauvista os pintores: Henri Matisse, Maurice de Vlaminck, André Derain, Raoul Dufy e Othon Friesz; principais responsáveis pelo gosto do uso de cores puras, presentes no cotidiano atual, em objetos e peças de vestuário.
O principal representante do movimento Fauvista foi Henri Matisse, que tinha por característica a despreocupação com o realismo, onde as coisas representadas eram menos importantes do que a
forma de representá-las".
Fonte: Patrícia Lopes - http://www.brasilescola.com/artes/fauvismo.htm



Outros Pintores Fauvistas

Othon Friesz
Émile Othon Friesz
Pintor fauvista francês (1879-1949)

André Derain
Derain.jpg
"Retrato de Henri Matisse" - André Derain
Pintor fauvista francês (1880-1954)


Vlaminck

"Interior da Cozinha" - Maurice Vlaminck
Pintor francês (1876-1958)

Dufy
Dufy.jpg
"Janela para a Promenade des Anglais, em Nice" - Raoul Dufy
Pintor fauvista francês (1877-1953)



Outros Artistas e seus Interiores


Degas pintou até uma mesa de bilhar:
"Sala de Bilhar" - Edgar Degas
Pintor francês (1834-1917)

"Interior em Menil Hupert" - Edgar Degas
Pintor francês (1834-1917)

Edvard Munch
Pintor norueguês (1863-1944)















Janet Hill

Jennifer O'Connel

Jennifer O'Connel

 





Pinturas que Parecem Fotografias

Susan Rios
Pintora americana contemporânea

Susan Rios

Susan Rios

Susan Rios


Decorações com Excesso de Cores e Detalhes:








História da Decoração de Interiores

"A história revela que todos os povos, ao longo do tempo, sempre se esforçaram para produzir ambientes mais confortáveis e aconchegantes, enfeitando e completando suas moradas com adornos belos e simultaneamente capazes de proporcionar o máximo bem-estar. Esta profissão visa, portanto, atingir associação estrutural e harmoniosa de mobiliários, cortinas, tapeçarias  e outros apetrechos, com pavimentos, tetos, colunas, e demais componentes da arquitetura.
Cores, iluminação e elementos variados também são imprescindíveis na composição de um nicho proporcionalmente agradável.

Esta arte foi privilégio, durante um bom tempo, de uma elite que podia decorar seus aposentos com muita ostentação, sofisticação e requinte. Hoje, com a produção massiva de objetos, a classe média tem finalmente em suas mãos esta mesma possibilidade, embora os melhores profissionais e a obra-prima mais fina ainda sejam limitados a uma pequena esfera social.

Na Antiguidade Clássica quase não existiam ambientes internos, pois quase tudo transcorria nos espaços abertos. A arte decorativa era restrita à harmonização dos móveis com fundos e paredes repletos de cores. Compunham também os ambientes a arte grega da cerâmica, as pinturas murais e mosaicos romanos. Na era medieval os castelos detinham o melhor da decoração, austera e simples. Já o século XVIII forma um intenso contraste com o período anterior, abrindo espaço para a estética francesa e a inspiração oriental. A delicadeza de expressão dá origem a um alto grau de sofisticação.

O Renascimento traz a convencional estruturação residencial em cômodos, subvertendo os conceitos até então vigentes. Entram em cena as paredes coloridas, os telhados magnificamente enfeitados, mobiliários pomposos e enfeites produzidos com metais finos, os quais provinham da Itália, da França, da Inglaterra, da Espanha e da Alemanha, aqui enriquecidos pelo estilo gótico. Na França, durante o governo de Luís XIV e posteriormente, ao longo da Regência, instaura-se uma arte mais feminina e suave, dando origem ao Rococó, que se estende também para a Itália e a Alemanha. Com a morte de Luís XV este estilo desaparece velozmente.

Ressurgem os valores clássicos com o Neoclassicismo, enquanto as concepções próprias da aristocracia são substituídas pelos valores democráticos. A classe média impera e vence o ponto de vista burguês. No final do século XIX nasce o Modernismo e o conceito do ‘art nouveau’. Esta concepção traz em si um mix de todas as tendências anteriores e elementos formados por linhas curvas, e rapidamente se propaga por toda a América. No século XX o critério funcional prevaleceu, especialmente no pós-Primeira Guerra Mundial, quando foram criadas variadas teorias neste campo.

Hoje estão em primeiro plano as exigências do cotidiano, as demandas sociais e familiares, os recursos econômicos, o potencial do próprio ambiente, a opção por um determinado estilo. Tudo deve estar voltado para a mais completa praticidade, o conforto, o aconchego e a harmonia estética."
Fonte: http://www.emdiv.com.br/pt/arte/enciclopediadaarte/1116-a-arte-da-decoracao-de-interiores.html